sábado, 16 de maio de 2015


EDUCAÇÃO  
REUNIÃO E REUNIÕES
        
Muito do que aprendi na vida foi lendo, discutindo, pensando, montando minhas propostas, conhecendo as dos outros e as partes envolvidas. Nesse contexto nos últimos anos, tenho estudado um pouco à educação brasileira. “E ai é que venho observando uma infindável lista de pedagogias como as mais variadas denominações, como a “pedagogia do aprender a aprender”, “pedagogia das competências”, pedagogia construtivista”, “pedagogia corporativa”, “pedagogia da qualidade total”, e outras como “pedagogia do afeto” ou “pedagogia do amor”. Todas elas voltadas para o objetivo da educação: Aumentar a eficiência e assegurar a conformação dos indivíduos à ordem existente visando à sua consolidação, embora sempre se apresente com roupagem inovadora.
Sejamos honestos, não foram poucas as vezes que pediram para atender uma importante reunião pedagógica, para somente passar duas horas sentadas ao redor de uma mesa se perguntando, por que essa reunião foi marcada. Afinal de contas? Nesse tempo, a suposta agenda nunca fica muito clara, muitas vezes pedem atenção, ideias são redirecionadas para conversas sem sentido e quando as cabeças pensantes param de falar, você corre para a porta e passa o resto do dia respondendo e-mails, whatsapp e ligações que se amontoaram durante aquelas duas horas perdidas.
Há também em grande parte das escolas aquela visão antiga e atrasada de que o diretor é o responsável pela parte administrativa da escola enquanto os professores se incubem de ensinar os alunos, é um equivoco. O diretor deve sentar com os seus docentes e a comunidade para estabelecer os parâmetros pedagógicos, curricular, e as metas sobre o que os estudantes vão aprender. Devem ser educadores visionários e apaixonados comprometidos, que liderem escolas onde todas as atividades tenham a meta de acelerar o aprendizado e o crescimento acadêmico.
Tenho observado a necessidade de se criar uma escola de liderança, com o objetivo de recrutar, capacitar e promover a colocação de novos diretores. Partindo do pressuposto de que a pessoa não deve aprender apenas a cuidar dos aspectos administrativos, mas também conhecer métodos pedagógicos didáticos, e estar apta a ajudar os professores a melhorar suas aulas e saber como desenvolver um currículo.  Porque, para ser bom diretor, é preciso saber o que é ser bom professor e conhecer as noções básicas de como ensinar alunos. Por isso, é necessário selecionar candidatos com essa vontade de aprender.
Um bom diretor deve ter habilidade em lidar com as pessoas, se expressar bem saber gerir seu próprio tempo, ter o hábito de dar retorno sobre a execução de uma tarefa e estar aberto a ter o trabalho avaliado e, se necessário, rever suas ações. Também deve demonstrar interesses nas escolas mais difíceis, este deve ser requisito porque não se pode convencê-los a fazer depois de já terem sido selecionados.
Para o processo de seleção, deve se levar em conta à exigência da legislação do ente da federação, o tempo estabelecido. Suponhamos que o critério seja de no mínimo três anos de experiência em sala de aula. É assim podemos do que eles sabem. De quem são, se querem efetivamente fazer os alunos aprenderem. Vencida esta etapa, inicia-se a primeira fase da formação. Um curso de seis meses, onde a orientação é focada para o trabalho em equipe, privilegiar a parceria com os docentes, afinal todos na escola são responsáveis pelo aprendizado de cada estudante.  
O segundo passo é um ano de residência acompanhado por um diretor mentor capacitado pela escola de liderança. É só no fim dessa residência que ele obtém a qualificação para assumir uma escola. E mesmo assim não é sozinho. Em seu primeiro ano de trabalho, um mentor capacitado vai acompanhar seu desenvolvimento nos pontos que ambos acreditam que ainda possam ser melhorados. Assim, a escola de liderança colabora na implementação de um modelo que ajuda professores gestores e comunidade a superar problemas diagnosticados no planejamento.
Neste sentido, a melhoria da qualidade do ensino vai ser traduzida no aprimoramento das relações entre comunidade e escola, mas não será a classe dominante brasileira que vai se esforçar para isso, (como lembra Francisco de Oliveira). É hora da sociedade assumir a educação pública. Esta alternativa implica fundamentalmente que a sociedade assuma, entre outras, os aspectos: criar uma legislação onde fique claro que banco é banco, bar é bar, igreja é igreja, empresa é empresa e não podem ser dispensadas de impostos, porque querem suas escolinhas privadas; escola pública para assim ser estatal, gratuita, universal, laica e unitária.
A educação tem que ser um projeto de Estado, onde o sentimento de nação esteja presente no compromisso de seus atores na construção da cidadania e no desenvolvimento integrado.

Bibliografia: Dermeval Saviani, Galdêncio Frigotto e Irmã Zardoya.        

Professor Fernando Ferro Brandão.

quarta-feira, 4 de março de 2015

GOVERNO DE ESQUERDA E GOVERNO DE DIREITA





GOVERNO DE ESQUERDA E GOVERNO DE DIREITA  

Tenho ouvido falar até mesmo de alguns companheiros, a seguinte indagação: Quando um partido de esquerda chega ao poder vira de direita? De imediato digo não. Vou tomar aqui as palavras do escritor Norberto Bobbio, para exemplificar a questão. “No nosso tempo, todos os que defendem os povos oprimidos, os movimentos de libertação, as populações esfomeadas do mundo, são de esquerda. Aqueles que, falando do alto de seu interesse, dizem que não vêem porque distribuir um dinheiro que suaram para ganhar são a direita... Quem acredita que as desigualdades são um fatalismo, que é preciso aceitá-las, desde que o mundo é mundo sempre foi assim, não há nada há fazer. Sempre esteve e estará à direita. Assim como a esquerda nunca deixará de ser identificada nos que dizem que os homens são iguais, que é preciso levantar os que estão no chão, lá embaixo.”
Tendo feito estas ponderações, quero exemplificar um governo de esquerda. Nos últimos anos, os governos da cidade de Guarulhos em, São Paulo, Brasil. Vem trabalhando para reduzir o fosso que separa ricos e pobres, este desafio esta sendo enfrentado pelo estabelecimento de algumas pontes, especialmente por políticas públicas amenizadoras. Houve uma extensão da presença física do Estado nas regiões periféricas da cidade, através de equipamentos públicos. A administração avança para superar o modelo anterior. Este novo modelo de gestão pública garante que os equipamentos públicos se encontrem próximo da população de menor rendimento. Note-se que, além de socialmente justa, a reinversão de prioridades é economicamente saudável, pois permitira aliviar a pressão de deslocamento de grande número de pessoas, que saem das áreas periféricas em direção ao centro privilegiado de equipamentos públicos.
Bem ao contrário dos que achavam e dos que defendiam que ia esvaziar o centro da cidade de Guarulhos, os governos Elói Pietá e Almeida constituíram um modelo de universalização das centralidades, ou seja, a capacitação de novos centros de dinamização econômica e ocupacional, acompanhados pelo investimento público na descentralização e pela transparência do orçamento público.  
O monitoramento do orçamento permitiu acompanhar o movimento de mudanças da realidade, baseada numa unipolaridade central. A multipolaridade de centros dinâmicos no território de Guarulhos, fez com que o governo Almeida, reconfigura-se o sistema de transporte, de tratamento do esgoto, da educação da saúde da habitação, da assistência social etc. Assim como a oferta de serviços públicos de qualidade para a população em cada região da cidade, formando a unidade municipal, personificada na gestão acolhedora e dinâmica.  
Com estas ações Guarulhos esta evitando, de um lado, a deterioração dos recursos naturais e da qualidade ambiental e, de outro, a prevalência de uma rede descontínua de infraestrutura urbana, sem contar o ganho social para todos.
À administração atual, pelo que estamos vendo, reconhece que a intervenção pública não pode ser exclusivamente setorizada. Isto implicou em alterar o padrão de intervenção pública, que opera com novo método de ação multidisciplinar, envolvendo as ações da sustentabilidade e a participação da população.  
Este é um belo exemplo de um governo de esquerda que trabalha para os que menos têm e que mais precisam.

Pesquisa: Marcio Pochmann e Norberto Bobbio


sábado, 10 de janeiro de 2015

O AJUSTE 2015


O AJUSTE 2015  
“Andar para frente olhando para o futuro é a melhor alternativa que pode ter um indivíduo, uma coletividade ou uma nação.”   
O ataque contra a Petrobras no ano de 2014 foi uma forma de limitar a maior empresa do Brasil e desgastar o governo do PT, sobretudo quando ficou cada vez mais claro a vitória da presidenta Dilma do PT, nas eleições presidenciais 2014.   
Tenho a impressão que o primeiro passo da política econômica do segundo governo Dilma, vai estabelecer um ajuste macroeconômico, reorganizado a situação monetária, fiscal, e cambial do país. No campo monetário, o governo deve rever para cima as metas de inflação fixadas nos últimos anos. Em paralelo, para garantir a queda da inflação o Banco Central do Brasil, vai aumentar sua taxa básica de juros, a taxa (Selic).   
No campo fiscal, o governo vai aumentar a meta de resultado primário público. O principal objetivo de tal medida é sinalizar para os agentes financeiros o grau de comprometimento do governo com o equilíbrio fiscal e, portanto dissipar as preocupações do mercado com um eventual aumento explosivo na divida publica. O resultado prático da medida vai ser uma redução nos investimentos da união em um contexto de desaceleração do ritmo da economia, ou seja, uma política fiscal pró-cíclica que somada, ao aumento na taxa de juros, aprofundará a queda no nível de atividade econômica em 2015.  
DE onde viemos? Desde o inicio do Governo LULA, o país buscou sair do imbróglio no qual encontrava havia décadas: crescimento econômico insuficiente, baixas taxas de investimento, expansão do desemprego, precarização do trabalho, miséria endêmica e a preservação de nossa reconhecida desigualdade.  
O Brasil vive hoje, na segunda década que se inicia neste século XXI, uma situação completamente diferente da que vivia em décadas anteriores. Diferente e bem mais alentadora. Na verdade, podemos finalmente olhar para frente... Calma, Joaquim Levi... Fora FMI... Agora temos os BRICS!

Pesquisa: Jorge Matoso e Nelson Barbosa

sábado, 14 de setembro de 2013

QUAL O PAPEL DO COORDENADOR PEDAGÓGICO NA ESCOLA




Toda ação humana é marcada por uma intenção consciente ou inconsciente. Sempre podemos encontrar aspectos teóricos em nossas ações, ou seja, aspectos de vontade, de desejo, de imaginação e de finalidades. Sempre poderemos analisar nossas ações perguntando-nos pelas intenções que as cercam. Para que haja, porém, uma relação refletiva e consciente, entre teoria e prática, precisará de um esforço intelectual, um esforço do pensamento e reflexão para planejarmos as etapas previstas nas teorias ou na teoria que desejamos assumir e para avaliarmos se as praticas implementadas por nós estão adequadas às nossas intenções teóricas.
Diante deste desafio, qual seria o papel do coordenador pedagógico nesse momento de elaboração do projeto de escola?
Podemos pensar em três visões possíveis para o papel do coordenador: uma, como representante de objetivos e princípios da REDE escolar a que pertence (Estadual, Municipal ou Privada). Outra, como educador que tem obrigação de favorecer a formação dos professores, colocando-se em contato com diversos autores e experiências para que elaborem suas próprias criticas e visões de escola (ainda que sob as diretrizes da REDE que atuam). E, finalmente, como alguém que tenta fazer valer suas convicções, impondo seu modelo para o projeto pedagógico.
Uma dessas condições está na compreensão de uma visão comum sobre a escola, um eixo aglutinador dos seus sujeitos, só pode ser construída a partir das visões particulares, das experiências, das expectativas de cada um sobre a escola que pretende organizar. Principalmente no que diz respeito a temas, objetivos, métodos e recursos a serem assumidos. Sem esquecermos da pergunta básica sobre os valores a serem cultivados junto aos alunos, professores, pais, etc.
Em termos teóricos, sabemos que uma escola organizada por todos os que nela atuam, tem maiores chances de ser uma escola adequada aos interesses de seus organizadores. Ninguém que tenha a condição de criar algo que favoreça, seria tolo de fazer o contrario. E, teoricamente, a proposição de um projeto pedagógico coletivo parece ser algo a que ninguém se opõe.
O exercício de confrontar as expectativas de cada um dos organizados do projeto coletivo da escola, exige a compreensão de que a explicitação do que se espera, implica na publicação de um desejo, de um principio e de uma convicção. A publicação traz a ideia de que algo que era de uma pessoa, agora é também de muitos, e poderá ser transformado. O educador é interprete que precisa contribuir para a formação de leitores desses sinais.
A escola pública é rica de experiências e os professores têm vontade de compartilhá-las com seus pares, desde que haja uma intenção comum e alguém que a coordene.
O enfrentamento da complexidade dessa formação exige, em primeiro lugar, tempo para estar junto.
Tempo para a construção da confiança que permite a coragem de expressar os próprios desejos, as próprias dúvidas e próprios medos.
Tempo para a revisão e para a crítica de cada convicção publicada.
Tempo para tomar nas mãos as manifestações de cada um. “Olhando devagar para elas.” – Fernando Pessoa.
Tempo para compreender que: “...Cada instante é diferente, e cada homem é diferente, e somos todos iguais” – Carlos Drumond de Andrade.  

Pesquisa:
Cecilia Hanna Mate, Professora da USP
Eliane Banbini Bruno, Professora da UMC
Luiza Helena da Silva Christov, Professora da Unesp    

terça-feira, 4 de dezembro de 2012




                                            EDUCAÇÃO - PNE

A educação brasileira passa por transformações de suas políticas, programas e ações, incluindo os planos Estaduais Distritais e municipais.  A mudança proposta pelo projeto, recém- aprovado pelo Senado, que estabeleceu 25 alunos por sala terá um impacto significativo nas redes municipais e estaduais, tendo em vista que o calculo feito (por especialistas) em nível nacional teremos de criar 16 mil novas turmas de pré e fundamental. Para continuar avançando a mudança é necessário, pois é nesta fase que se da á alfabetização das crianças, o atendimento individualizado e a avaliação contínua são mais necessárias - implica uma série de adaptações que demandam investimento financeiro e planejamento rigoroso das redes de ensino, do espaço físico à capacitação de docentes.  Quanto as atividades ofertadas pelas escolas é necessário seguir o PNE (Plano Nacional de Educação), que amplia as vagas em creches em 50%, a erradicação do analfabetismo e oferta do ensino em tempo integral em 50% das escolas públicas nos próximos dez anos. Para as escolas que entram em educação integral, há que se estabelecer um acompanhamento pedagógico; esporte, lazer; comunicação o uso de mídias, cultura digital e tecnológica; artes e educação patrimonial; educação ambiental e desenvolvimento sustentável, e economia solidária e criativa. Todo esse programa deve ter um acompanhamento intenso e prazos determinados.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

EDUCAR  PARA  AUTONOMIA E LIBERDADE
Lugar comum de todas as crianças é na escola. Todos concordam, do mais elitista e rico empresário ao mais explorado trabalhador.  No entanto, não é só ensinar a ler e escrever, nem aprender uma profissão, não podem reduzir o homem a uma maquina. É necessário que adquira um sentimento, um senso prático daquilo que vale a pena ser empreendido, daquilo que é belo, do que é moralmente correto. A não ser assim, ele se assemelhará com seus conhecimentos profissionais, mais a cão adestrado do que a ser harmoniosamente desenvolvido. Deve aprender a compreender as motivações dos homens, suas quimeras e suas angústias para determinar com exatidão seu lugar em relação a seus próximos e a sua comunidade. “Os excessos do sistema de competição e de especializações prematura, sob o falacioso pretexto de eficácia, assassinaram o espírito, impossibilitam qualquer vida cultural, e chegam a suprimir os processos das ciências do futuro. É preciso e enfim, tendo em vista a realização de uma educação perfeita, desenvolver o espírito critico na inteligência do jovem. Ora, a sobrecarga do espírito pelo sistema de notas entrava e necessariamente transforma pesquisa em superficialidade e falta de cultura. O ensinar é um dom inestimável, mas nunca como uma obrigação penosa.”  A educação em Guarulhos vem evoluindo muito nos últimos 12 anos nas gestões Elói Pietá e Almeida. Construiu-se muito, partiu-se de 24 mil para 115 mil alunos. Com o Prefeito Almeida, qualificou-se ainda mais o que já estava bom na gestão anterior, foi construído os CEUs e superamos as metas estabelecidas pelo MEC e UNESCO. Evoluímos muito sem perder a essência  que é o desenvolvimento do ser humano, mantivemos o aperfeiçoamento do nosso trabalho e não se perdeu os “Saberes Necessários”, como brincar, as artes, os esportes, a leitura, o lúdico e os conteúdos essenciais para educação humanizada e transformadora. Todo o desempenho e evolução são graças ao trabalho de muitos educadores que concretizam em cada escola e em cada criança à alegria do conhecer. Deste modo somos mortais imortais, porque criamos juntas obras que nos sobrevivem.

sábado, 29 de setembro de 2012



ELEIÇÕES 2012

Os inúmeros investimentos feitos e o bom candidato que temos, capacita-nos para um grande resultado nesta eleição. Os candidatos adversários não têm nada a oferecer à cidade e ainda mais específico, aos moradores do bairro dos Pimentas. Precisamos disputar a fatia de votos petista que estão indecisos. Não sabemos o que levou a dúvida da população, pois estes são votos tradicionais petista, acredito que levamos para a região muitos equipamentos: Hospital, shopping, Universidade, INSS, Bancos, CEU e outros. Estes equipamentos aumentaram o número de automóvel nas ruas e criou um problema de mobilidade urbana. Precisamos acertar o foco da nossa abordagem e o discurso para corrigirmos este problema e ganharmos no primeiro turno. Decifrar este enigma, é a questão central da nossa campanha. É necessário conquistar os votos do PT, desta parte que ainda não veio.



sábado, 22 de setembro de 2012

 
 
POR QUE ALMEIDA
Almeida é o candidato mais preparado para governar Guarulhos. Almeida tem soluções criativas para os problemas da nossa cidade, e nos últimos três anos e nove meses mostrou que sabe colocar ideias em praticas, que sabe transformar projeto em realidade. Ele vem com a experiência de quem é prefeito. Construir os CEUs, implantou o Bilhete Único, e iniciou o maior projeto de Saneamento Básico da grande São Paulo. É o prefeito que mais fez em menos tempo, com o apoio do presidente Lula e Dilma. O PT vem transformando Guarulhos, com as administrações Elói Pietá e Almeida. Hoje a nossa cidade é um bom lugar para viver. Uma cidade mais organizada e mais justa, onde as pessoas gastam menos tempo no trânsito e nas filas. Elói Pietá e Almeida tornaram Guarulhos uma cidade mais agradável, inventiva e acolhedora. A nossa cidade hoje é Amiga da Leitura, do lazer, dos Esportes, da Cultura, da Educação, da Saúde, da Habitação, da Segurança e do tempo.    

sábado, 11 de agosto de 2012

PT 32 anos


PT  32  ANOS

Em 1980 esta estrela nasceu com um sonho: Transformar o Brasil através da valorização do trabalhador e fortalecer o país com a força do povo brasileiro. Trinta e dois anos depois, esta estrela brilha no coração de cada cidadão, que hoje pode comprar sua casa pelo “Programa minha casa, minha vida”. Esta estrela brilha no rosto de todos aqueles que têm mais dignidade de vida com o bolsa família; que pode estudar, graças ao PROUNI; que agora tem luz em suas casas. Esta é a nossa bandeira, a bandeira do PT, que nestes 32 anos ajudou a construir um Brasil de todos, um Brasil para milhões de brasileiros. O Brasil do Pré-sal, do etanol, da Amazônia. O Brasil do diálogo, do desenvolvimento, da participação. O Brasil do PAC, da copa, das olimpíadas. O Brasil grande que esta na frente no cenário internacional. O Brasil do Lula, da Dilma, do Almeida, da Genilda, do João, da Aparecida, da Conceição, do Marcos, do Vicente. Este é o nosso Brasil, o país em que a estrela vermelha do PT brilha transformando sonho em realidade.  Em Guarulhos, esta estrela brilha cada dia mais e o prefeito Almeida vem transformando a cidade, suas obras pensam naqueles que mais precisam. Por isso, o empenho do prefeito Almeida em construir uma Guarulhos para todos os cidadãos. Hoje o projeto que iniciou com o prefeito Elói Pietá e atualmente com o prefeito Almeida, vem transformando nossa cidade: a Guarulhos da Educação (CEU), do Meio Ambiente, do Transporte (Bilhete Único), do Lazer e Cultura, da Saúde, da Moradia e acima de tudo, a vida dos moradores guarulhenses. Almeida já provou que é bom de governo e está preparado para fazer “Guarulhos avançar ainda mais”.  
Pesquisa: Material do PT. 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011





DESAFIOS DA EDUCAÇÃO
Ao analisarmos a trajetória da educação no município de Guarulhos e a realidade hoje, podemos entender o seu momento e a criação do projeto CEU, pelo Prefeito Almeida.
O momento requer que os governos populares apostem mais em políticas com a participação popular como o OP - e as mobilizações pelos grandes temas como transportes, tratamento de esgoto, saúde e educação, são mecanismos para a radicalização democrática, quero citar um trecho do livro de Rousseau (... a saber, que não há no estado nenhuma lei fundamental que não possa ser revogada, se reunissem de comum acordo com o fim de romper esse pacto, ninguém poderia duvidar de que não tivesse sido legitimamente rompido...).
Neste contexto é que a atual administração de Guarulhos criou o projeto CEU, Centros de Educação Unificados, são equipamentos públicos voltados a educação, localizados nas áreas periféricas da cidade. Foram concebidos como um centro local da vida urbana, com seu programa que articula os equipamentos urbanos públicos dedicados à educação infantil, EJA e fundamental e às práticas esportivas, recreativas e culturais cotidiana.
Todos os CEUS são equipados com quadra poliesportiva, teatro (utilizado também como cinema), playgraude, piscina, biblioteca, tele centro e espaços para oficinas, ateliês e reuniões. Os espaços são abertos nos finais de semana com o intuito de beneficiar tanto crianças e adolescentes como a comunidade do entorno de baixa renda.
O princípio educacional que norteia o projeto dos CEUS é o de prover um tipo de educação que possibilite o desenvolvimento integral para crianças, adolescentes, jovens e adultos, que incluí a educação formal, não formal, e as atividades sócio-culturais, esportivas e recreativas como formativas de aprendizagem.
O objetivo do CEU é fazer com que essas crianças, que vivem em bairros pobres, tenham chance de estudar em um lugar bonito, com uniforme, material escolar, transporte e alimentação. A idéia é levar educação cultura, lazer e esporte a toda a cidade integrando todos, aonde possam se reconhecer em um mesmo município. O que fica claro é uma transformação radical no modelo de gestão na ultima década, onde a responsabilidade pela melhoria de nossa educação tem sido prioridade na pauta do atual governo.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O QUE É SER LÍDER
Meus caros colegas, confesso que já faz um bom tempo que não escrevo sobre o dia- a- dia, as coisas próximas aquilo que nos levam as boas risadas ou ao cotidiano. Mas como um integrante desta fumegante vida, não fico um minuto se quer sem buscar a boa risada, às vezes carregada de tensão e preocupações.
Nos últimos dias tenho tentado compreender o que vem ser um líder e quais as suas características. Segundo o filósofo grego Platão, nascemos com uma alma e, portanto, em contato com a eternidade. Isto é, nascemos sabendo tudo, mas os órgãos dos sentidos impedem o acesso do homem à sua alma: ele sabe tudo, mas não sabe o que sabe.
Segundo o médico psiquiatra Paulo Gaudêncio, o líder compromete os outros com seu sonho. Mas, afinal, o que é comprometimento? (pergunta o médico) “comprometimento” significa “obrigado por compromisso.” “comprometer” significa “fazer assumir compromisso.”
Isto quer dizer que o verdadeiro líder sabe como conseguir que seus liderados assumam um compromisso com o sonho que ele tem.
Vamos agora observar o que fala Kant a respeito do tema: ele diz que, no mundo, existem coisas e pessoas, caracterizadas por seu valor. O das coisas chama-se preço, ou seja, nos atribuímos um valor a elas, o que as torna intercambiáveis. Posso trocar duas destas por uma daquelas. Não posso trocar fazer o mesmo com as pessoas, porque a dignidade é um valor absoluto. Posso, no entanto,”coisificá-las,” isto é, tratá-las como objetos. Isto acontece quando, para avaliá-las, uso exclusivamente o critério de utilidade. Ela vira uma coisa e adquire um preço. Exemplo disso são o homem e a mulher-objeto, pessoas cuja dignidade se desconsidera pelo fato de serem vistas exclusivamente por sua utilidade sexual. O resto, suas inteligência, seus sonhos, seus projetos, nada mais importa. Virou coisa, objeto, adquiriu um preço.
Por isso, o primeiro requisito para que um verdadeiro líder comprometa os outros com seu sonho é respeitar a dignidade das pessoas, tratando-as como pessoas e não como coisas.
Vou utilizar o Dr. Gaudêncio de novo para ressaltar uma das qualidades imprescindível em um líder, a integridade. Perguntou o Dr. Gaudêncio? O que é a integridade? É sentir/pensar/agir e falar da mesma forma. Perde-se a integridade quando essa seqüência é quebrada, o que pode ocorrer de duas formas:
Quando falta integridade moral: a pessoa sente e pensa da mesma forma, age em conseqüência disso, mas fala uma coisa diferente. Em outras palavras, a pessoa mente para os outros e sabe que está mentindo. Uma pessoa assim não conseguirá comprometer os outros com seus sonhos.
Quando as pessoas não conhecem a si mesmo: pessoas que não se conhecem não sabem o que sentem. Elas falarão o que pensam e de fato estarão dizendo a verdade porque realmente pensam aquilo, mas agirão de forma correspondente ao que sentem. Estarão também sendo verdadeiras, porque realmente sentem daquela forma, mas passarão uma dupla mensagem. Essas pessoas não mentem para os outros, mas para si mesmo. E, a exemplo daquelas que não têm integridade moral, não conseguirão comprometer os outros com o seu sonho. Tudo porque a falta de integridade é visível.
Eis um exemplo clássico: um dia, Cristo foi inquirido pelos apóstolos:
_ Como serão os falsos profetas? Ele respondeu:
_Vão fazer discursos maravilhosos, vão convencer multidões.
_Mas estes devem ser os bons profetas.
_Os falsos também.
Em pânico, os apóstolos perguntaram:
_E como reconhecê-los?
_Pelos frutos – respondeu Cristo “pelos frutos os conhecereis.”
Assim, se quisermos saber como uma pessoa pensa, devemos prestar atenção ao que fala. Para saber o que ela sente, fiquemos atentos à sua forma de agir. Na realidade, um verdadeiro Líder deve lidar de forma madura com as emoções é com a agressividade, de maneira tal que as decisões sejam sempre corajosas ou prudentes. Jamais covardes ou irresponsáveis.
Bibliografia:
Dr. Paulo Gaudêncio
Platão, Kant, Bíblia.
Profº Fernando Ferro Brandão

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Gestão Democrática

Professor Fernando Ferro Brandão e Genuíno Bordignon














Professor Moacir Gadotti e Professor Fernando Ferro Brandão


Gestão Democrática


Para iniciar este texto tomo aqui as palavras contidas no manifesto dos pioneiros da educação –1932: “unidade não significa uniformidade”. A unidade pressupõe multiplicidade, por menos que pareça, à primeira vista, não é, pois, na centralização, mas na ampliação. O novo contexto de gestão democrática da educação preconiza critério de notório saber e representatividade dos diferentes graus de ensino. A representatividade social é parte integrante do direcionamento das políticas educacionais das cidades, estados e do país. Esse novo contexto combina a representatividade da pluralidade social, aliando o saber acadêmico e o saber popular. “Assim, a composição dos conselhos passa a requerer não somente o saber letrado, mas a expressão da pluralidade dos saberes da diversidade social.” (Genuíno Bordignon). É necessária a compreensão dos papeis e competências das partes envolvidas, em que a mediação é o ponto forte de uma relação de respeito dada a impossibilidade da síntese do contraditório social, cuja totalidade poderia vir a ser totalitarismo. Assim, não adianta uma das partes tentar impor sua vontade, porque, quando isto ocorre, aumenta a distancia tanto da sociedade quanto do governo, Haja vista que cessa o debate dialético da construção permanente de um processo vivo que ocorre todos os dias nas unidades escolares. O pensamento monolítico sucumbe as aspirações na totalidade e hegemoniza a voz de um seguimento , perdendo visão do todo, o foco da razão de ser da educação. O foco do olhar deve ser sempre a qualidade da educação, o estudante, o interesse coletivo.
Em face destas considerações, quero lembrar aqui a escola defendida pelo Professor Moacir Gadotti, que já tem sido reconhecida nos últimos trinta anos no Brasil e em outros países, como aquela que visa à sustentabilidade, social, afetiva, educacional, cultural, ambiental, econômica e política, consagrando-se mais avançada do nosso tempo. Afirma o professor que a prova disso é o manifesto que começa a circular atualmente na web, por toda a América Latina e por todo o mundo, encabeçado pelo filosofo chileno Juan Casassus, como forma de se buscar uma nova orientação para a educação pública latino-americana e mundial. “Portanto, se pretendemos ter um sistema educacional de qualidade, o primeiro passo é um amplo debate sobre o que entendemos por esta qualidade e qual o protesto formativo que temos a oferecer às nossas crianças, à juventude e aos educadores? Sei que neste texto trago um universo denso que cabe muita reflexão, mas se a educação é dialética e a transformação é permanente, quero citar parte do livro de James Hunter, “O Monge e o executivo.” Nele, o executivo John diz ao monge:
- Meu chefe sempre me adverte e aos outros gerentes da fábrica para que não nos rodeemos de pessoas que dizem amém a tudo, ou pessoas iguais a nós. Ele gosta de dizer: Em nossas reuniões de executivos, se dez concordam com tudo, nove provavelmente são desnecessários. “Acho que preciso ouvi-lo um pouco mais.” O Monge observa: - Ele parece ser um homem sábio, John (p. 59)


Professor Fernando Ferro Brandão

terça-feira, 7 de junho de 2011

Escola e Sexualidade

Fonte: Google

Escola e Sexualidade

No início do mês passado, o Supremo Tribunal Federal reconheceu, por unanimidade o status legal de família também para as uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo. A sentença provocou a discussão entre educadores, políticos e especialistas. Para alguns educadores a escola não pode ficar fora deste debate, já para outros este não é o papel da escola. Não dá para o estado se colocar na posição de Pai, tratando o povo como filho imaturo. Seja qual for a visão do especialista, a partir do momento em que o STF decidiu sobre a união de pessoas do mesmo sexo, abriu o debate nas famílias, na escola, no trabalho, na igreja, nos bares e em todas as extensões da sociedade. Acrescendo a discussão de valores como a tolerância, democracia e igualdade, lembrando que os cidadãos não podem ser prejudicados ou privilegiados em função de idade, raça, sexo, estado civil, convicções políticas ou filosóficas e deficiência física ou mental.
Quero finalizar esta pequena reflexão com as palavras de Mahatma Gandhi “A lei de ouro do comportamento é a tolerância mútua, já que nunca pensamos todos da mesma maneira, já que nunca veremos senão uma parte da verdade e sob ângulos diversos. O futuro dependerá daquilo que fazemos no presente, assim a mudança também depende de nós.”
Professor Fernando Ferro Brandão.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Guarulhos - Cidade Amiga da Leitura

Fonte: Google
José Eduardo Agualusa

Guarulhos
Cidade Amiga da Leitura

Este ano, em sua segunda edição, o Salão do Livro de Guarulhos homenageia o grande escritor Brasileiro, Jorge Amado, consagrado pela sua maravilhosa obra encantadora e histórica, que une o real e o imaginário ao regionalismo nordestino brasileiro e universal. São seus personagens; fazendeiros, políticos, burocratas, prostitutas, cangaceiros, trapaceiros e homens trabalhadores. Fazem parte de seu universo, um espaço totalmente original, criado especialmente para discutir os problemas da nossa época e porque não da humanidade.
Assim, o Salão do Livro de Guarulhos vem no seu segundo ano trazendo a essência da nossa literatura, de uma forma acessível e diversificada.
Criado pelo Governo da cidade de Guarulhos (Prefeito Sebastião Almeida), o Salão do Livro referencia o livro, a filosofia, a literatura, a educação, a cultura e o mundo do conhecimento. O evento está de parabéns pela democratização do livro, além do enriquecimento educacional e cultural da Grande São Paulo, com uma ampla variedade na programação, entre as quais palestras, bate-papo com autores, lançamentos de livros, autógrafos com escritores, musicas, eventos infantis e para o público jovem, como também o grande fluxo de visitantes vindos de todas as regiões da Grande São Paulo.
O Salão do Livro vem para ajudar a democratizar a leitura, colaborando decisivamente com a formação intelectual da nossa cidade e da Grande São Paulo.
Professor Fernando Ferro Brandão

Na quinta-feira, 19:30h. - 05.05.2011, Agualusa participou do São do Livro de Guarulhos - Café das Letras – José Eduardo Agualusa (autor internacional) – apresentação Valéria Martins
Espaço Cultural Moacyr Scliar.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Máximas

Foto: Google - Henrique V

Máximas

Há um busto do herói Mexicano General Álvaro Obregón no Palácio Chapultepec, na cidade do México. Na placa do busto, está gravada as seguintes sábias palavras da filosofia do General Obregón: "Não tenha medo dos inimigos que o atacam. Tenha medo dos amigos que o bajulam".
A diferença entre o elogio e a bajulação é simples, um é sincero e a outra é falsa. Um vem do coração; a outra da boca para fora. Um é altruísta. A outra é egoísta. Um é universalmente admirado; a outra universalmente condenada.
Um dos maiores problemas no relacionamento é a falta de confiança. Sem confiança é difícil senão impossível conservar um bom relacionamento. A confiança é a cola que gruda os relacionamentos. Se você não tem certeza disso, tudo acaba. Quantos relacionamentos bons você tem com pessoas que não confiam? Vocês querem jantar com essas pessoas no fim de semana? Sem nível básico de confiança, os casamentos se desfazem, as famílias se dissolvem, as organizações também, os Países desmoronam. E a confiança vem do fato de uma pessoa ser confiável.
O Rei Jorge V da Inglaterra, tinha uma série de máximas espalhadas nas paredes da sua sala de estudos no Palácio de Buckingham. Uma das máximas dizia: “Ensine-me a não fazer, nem receber elogios baratos”. Está aí tudo em que consiste a bajulação: elogio barato. Li certa vez uma definição da bajulação que merece ser repetida: “Bajulação consiste em dizer a uma outra pessoa justamente o que ela pensa acerca de si mesmo”.
Nas nossas relações interpessoais, devemos nos lembrar de que nossos companheiros são seres humanos e que, como tais, desejam ouvir uma palavra que os valorize. É a moeda legal que todas as pessoas apreciam e precisam.
Um abraço do tamanho do Brasil e viva a vida!
Professor Fernando Ferro Brandão.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O Enredo













Fotos: Google
O Enredo
O Enredo Eleitoral Brasileiro nos últimos 30 anos tem sido de grandes transformações. Na década de 80 com a abertura política surgiu um novo cenário e novos atores eleitorais. Os partidos políticos PT, PSDB e todos os outros partidos que haviam sucumbido durante o período da Ditadura Militar no Brasil ressurgem. Neste momento iniciava uma nova geração de lideres e com a anistia voltavam aos poucos toda uma geração anterior exilada. (Lula e PT, Fernando Henrique e PSDB) E os mais antigos Tancredo, Arrais, Ulisses, Sarney e Brizola.
Nos anos 90 e 2000 a geração anterior foi perdendo espaço e os novos lideres foram assumindo os governos nas Prefeituras, Estados e Governo Federal, com FHC e Lula.
A eleição atual nos mostra um novo momento. A segunda geração está gradativamente passando o bastão para os novos atores que se forjaram neste processo de evolução da democracia Brasileira.
Nos estados destacamos Jaques Wagner na Bahia, Eduardo Campos no Pernambuco, Sergio Cabral no Rio de Janeiro e Aécio Neves em Minas Gerais. Nos municípios gostaria de destacar a grande capacidade e liderança do Prefeito Sebastião Almeida nas eleições para Deputado Estadual e Federal, onde conseguiu eleger com uma expressiva votação no município de Guarulhos o Deputado Estadual Alencar Santana, um jovem com um futuro promissor e reeleger a Depudata Federal Janete Pietá, uma grande militante do PT. De outro lado deixou a oposição sem representação legislativa e sem pauta para o momento.
A eleição nacional, com a Presidente eleita Dilma Rousseff, resume toda a trajetória da Política Brasileira das últimas décadas.
A nossa democracia propícia que em 30 anos um trabalhador assumiu a Presidência, e agora uma Mulher chega ao posto mais alto de nosso País.
“Em um momento de mulher melancia, mulher melão e mulher morango.” Ter a Dilma como Presidente foi o que de melhor o Brasil poderia ter. Viva a Democracia!
Um grande Beijo e um Abraço do tamanho do Brasil.
Fernando Ferro Brandão.

Maria Rita canta - Pagu
Composição: R. Lee & Z. Duncan

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

A Próxima Eleição e os Desafios

Fonte: Google

A Próxima Eleição e os Desafios

O conjunto administrativo da Federação nacional há que se articular dentre as três esferas, município, estado e governo federal.
Devemos criar um ambiente propicio aos investimentos para garantir um crescimento econômico que permita absorver os novos contingentes de jovens que ingressam no mercado de trabalho e reduzir cada vez mais o desemprego.
Para enfrentar os atuais desafios devemos intensificar os investimentos em infra-estrutura logística (rodovias, ferrovias, hidrovias, portos, aeroportos), geração de energia e infra-estrutura social (saneamento e habitação), incentivos tributários ( exonerações fiscais a setores e bens específicos) e financeiros (expansão e redução do custo do crédito para investimento), complementando por arranjos institucionais voltados para o estabelecimento de regras estáveis e condições de segurança jurídica ao investimento privado na indústria e na infra-estrutura e um arranjo de compromissos de políticas fiscal e monetária.
Devemos trabalhar por objetivos futuros, como reforma da Previdência, de longo prazo e uma política de reajuste do salário mínimo que permita aumentar o consumo das classes sociais menos favorecidas.
Como exemplo de problemas: a "assustadora" tarefa de se urbanizar favelas, evidenciada pelos recentes desabamentos (Rio de Janeiro, São Paulo, Alagoas e Pernambuco). A melhoria "lenta" dos transportes públicos enquanto o país compra mais carros do que suas ruas comportam; a confusão sobre as responsabilidades da federação, estados e prefeituras, sobre o tratamento de água e esgoto; atrasos em projetos causados por "falhas de gerenciamento e o peso da burocracia". E até "ideologias" entre o que deve ser gestão compartilhada ou mantido sob o controle do Estado.
O Programa de Aceleração do Crescimento PAC, lançado pelo Governo do Presidente Luis Inácio Lula da Silva, enfatizou a importância dos gastos em infra-estrutura para o desenvolvimento do País, e colocou o investimento em infra-estrutura de volta ao centro do cenário político.
Nos próximos quatro anos o Brasil não pode abrir mão de desenvolver obras nas áreas de energia, de logística, social e urbana. Deve expandir a malha rodoviária e aeroportos. A produção de energia de fontes renováveis e limpas, como as hidrelétricas. A exploração das reservas de pré-sal e o investimento em agroenergia.
Pesquisa: Dados Oficiais e Financial Times.
Professor Fernando Ferro Brandão.

domingo, 25 de julho de 2010

Pacto de Vida

Fonte: Google

Pacto de Vida

Os limites do possível nas coisas morais são menos estreitos do que pensamos. São nossas fraquezas, nossos vícios, nossos preconceitos que os amesquinham.
Muitas vezes digo aos colegas que um dos benefícios do casamento é dar aos casais a oportunidade de saírem do autocentrismo, tornando-se atentos às necessidades do seu marido ou mulher. Ter filhos é outra oportunidade de crescer e superar nosso egoísmo, ao doar-nos a eles. Um dos desafios da vida de solteiro ou de quem vive sozinho é não se tornar exageradamente autocentrista. As pessoas autocentristas são as pessoas mais solitárias e menos alegres que conheço.
Todas as regras práticas materiais põem o funcionamento da determinação da vontade na faculdade inferior de desejar. Temos que romper com a inferioridade. Eis o que toda pessoa de sucesso deseja: a luta, o desafio. A oportunidade para a expressão de si mesmo. A oportunidade para provar seu valor, para sobrepujar, para vencer. Eis o que motiva as corridas a pé, partidas de futebol e os concursos de toda a espécie. O desejo de sobressair. O desejo de sentir-se importante.
Uma vez li um estudo sociológico feito a partir de uma pesquisa com cem pessoas de mais de noventa anos. A pergunta era simples: se você tivesse que viver sua vida outra vez, o que faria de maneira diferente? As três principais respostas foram que eles se arriscariam mais, refletiriam mais e realizariam mais coisas que permanecessem depois que eles se fossem.
Por isso um grande beijo e sinta-se importantes.

Pesquisa: James C. Hunter, Kant – Crítica da Razão Prática, Rousseau – O contrato social.

domingo, 18 de julho de 2010

José Saramago

Fonte: Google

José Saramago

Gênio literário, José Saramago morreu aos 87 anos, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1988. Saramago foi um expoente na luta por justiça social e forte crítico do capitalismo. Ele deixou para as próximas gerações um legado de reflexões, romances, contos, ensaios, crônicas e poemas.
Ele, em seu Blog levantou sua caneta contra a tortura, o Imperialismo, o belicismo norte-americano, defendeu a questão palestina e falou sobre o socialismo e a necessidade de transformação.
No seu último post, Saramago crítica a falta de reflexão generalizada:
“Acho que na sociedade actual nos falta filosofia. Filosofia como espaço, lugar, método de reflexão que pode não ter um objetivo determinado, como a ciência que avança para satisfazer objectivos. Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do trabalho de pensar, e parece-me que, sem idéias, não vamos a parte nenhuma".
Pesquisa: Revista do Expresso, Portugal (entrevista), 11 de outubro de 2008.

domingo, 13 de junho de 2010

O Sol e o Vento

Foto: Google

O Sol e o Vento

Anos atrás, quando ainda era um garoto e andava descalço pela praia, estava numa escola litorânea do nordeste em Alagoas. Li, um dia, uma fábula sobre o Sol e o Vento. Eles discutiam sobre qual dos dois era mais forte, e o vento disse:
- Provarei que sou o mais forte. Vê aquele velho que vem lá embaixo com um capote?
- Aposto como posso fazer com que ele tire o capote mais depressa do que você.
O Sol recolheu-se atrás de uma nuvem e o vento soprou até quase se tornar um furacão, mas quanto mais ele soprava, mais o velho segurava o capote junto de si.
Finalmente, acalmou-se e foi embora; então o Sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para o velho. Imediatamente ele esfregou o rosto e tirou o capote. O Sol disse então ao vento que a gentileza e a amizade eram sempre mais fortes que a fúria e a força.
O emprego da cortesia e da amistosidade pode ser observado no dia a dia de pessoas que aprenderam que com um pingo de mel se apanha mais abelhas que com um galão de fel.

Pesquisa: D. Carnegie, A. Lincoln, Esopo. “Esopo foi um escravo Grego que viveu na corte de Creso e criou fábulas imortais seiscentos anos antes de Cristo”.